sexta-feira, 21 de junho de 2013

Ele Encheu a Buceta e Cu da Minha Esposa de Porra

Olá amigos!
Faz tempo que eu não passo por aqui. No momento fazendo um estágio de duas semanas a serviço aqui no Ceará, próximo a Fortaleza e trouxe minha esposa Lúcia para ficar comigo, estamos hospedados na praia de Cumbuco há uns 30 km da Capital um local de praia bem rústico e com pouca infraestrutura.
Ontem, domingo 1/4/12, saímos à noite para tomar uma cerveja e dançar um pouco e acabamos num barzinho perto da praia do Cumbuco que tinha musica ao vivo e a Lúcia quis dançar, estávamos curtindo a noite quando para minha surpresa quando voltávamos a nossa mesa encontrei o Edilson que eu tinha conhecido há poucos dias e é um dos que apresentam meu treinamento, um rapaz de 30 e poucos anos muito inteligente e boa pinta também, do jeito que as mulheres gostam.
Apresentei-o a minha esposa e notei que eles se deram uma troca de olhares bem demorada, convidei-o para que sentasse conosco e batemos um bom papo, bastante animado e até tarde, ele contou que era casado há 10 anos com Márcia e assim falamos sobre vários assuntos até falarmos sobre fantasias sexuais.
Aquele papo foi nos envolvendo e deixando no ar um clima bastante sensual, Lúcia se mostrava bastante solta e a vontade com o Edilson e em um momento eu provoquei Edílson dizendo que depois de um papo excitante desses não seria nada legal dormir sozinho, pois ele estava hospedado em um hotel.
E isto foi a deixa para começarmos a falar sobre swing. Edílson confessou que sempre teve vontade de participar e que sua mulher Márcia adora falar sobre troca de casais enquanto transavam e que ficava muito excitada, eu então disse que adoraria realizar esta fantasia dela.
Lúcia ciumenta interrompeu e disse sorrindo em tom malicioso que naquela noite quem estava ali era e não a Márcia e o swing teria que esperar outra oportunidade, pois neste caso teria de ser um ménage, rimos e o clima esquentou bastante e Edílson nos convidou para a saidera no hotel dele, que era próximo, aceitamos e seguimos para lá no carro dele.
Ficamos no barzinho do hotel ficamos bebendo nossa ultima cervejinha da noite, e o Edílson não tirava os olhos da Lúcia, que estava muito gostosa usando um vestido florido azul, tipo tomara que caia, com alça na frente, curto e justo numa sensual mistura de vulgar com sexy, calcinha fio dental e uma sandália alta de verão com pedras verdes que deixava seu pesinho amostra e bem sexy, pelas fotos anexas ao relato vão poder ver algumas partes do vestido e a calcinha dela, imaginando o restante do relato.
Como corno apaixonado e assumido que sou, acho que minha esposa com seus 40 anos é deliciosa, tem seios de médios para grandes firmes e empinados, cintura um pouco grossa e uma bunda durinha e gostosa, suas pernas não grossas mais bem torneadas, um tesão.
Passamos para uma sala de estar, que estava vazia e nos sentamos num sofá nos fundos, a noite estava quente e uma brisa fresca entrava pelas janelas abertas, balançando as cortinas e deixando o ambiente mais estimulante.
Lúcia deitou-se com a cabeça no meu ombro e pediu para que Edílson a deixasse por os pés no colo dele, ele lógico que gostou e aceitou.
Enquanto conversava eu passava as mãos pelo cabelo dela e de vez em quando lhe dava uns beijinhos, Edilson soltou a sandália dela e elogiando seus pés os acariciava e beijava, Lúcia tem muito tesão nos pés, principalmente em estar descalça o que lhe causa maior excitação.
Vez ou outra Edilson subia devagar as mãos até os joelhos dela chegando até as suas coxas, o que fazia com que minha esposa respirasse mais fundo e procurasse um jeito de apertar meu pau duro por cima da bermuda.
Quanto mais ele subia a mãos pelas suas pernas acariciando-a, mais ela suspirava e me beijava na boca com tesão, num beijo mais longo senti o suspirar dela e descendo minha mão encontrei a mão do Edilson acariciando a sua buceta por baixo do vestido, subi minha novamente e parei nos seios dela e os acariciei, ela estava sem sutiem e com os bicos durinhos de tesão, não resistindo a tentação baixei levemente o tomara que caia e lambi os bicos dos seios dela, que deu uns gemidinhos que nos excitaram ainda mais. Edílson passava a língua pelas coxas da Lúcia que se arrepiava inteira, a língua dele ia subindo bem devagar até chegar a sua virilha, Lúcia me beijava com mais tesão ainda.
Lúcia levantou-se descalça e deixando a sandália sobre o sofá foi até um biombo decorativo no final da sala, falei para o Edilson segui-la e ele foi, aproximei-me para ver os dois num gostoso amasso as escuras, mais liberada minha esposa beijou o Edilson na boca com muito tesão, e de pé deram uma delicioso amasso, ele mamava nos peitos dela já fora do vestido e ela apertando o pau dele por cima da calça, uma delicia de se apreciar.
A vadia ajoelhou-se, tirou o pau do Edilson para fora, acariciou, admirou a potência daquela enorme cacete e fazendo um delicioso boquete até deixar seu pau duríssimo, depois se levantando minha esposa tirou a calcinha e jogou para mim, levantou o vestido exibindo-se e oferecendo-se como uma puta para o Edilson, que louco de tesão começou a foder a buceta dela ali mesmo de pé e sem camisinha.
O tesão deles era tanto que em pouco tempo de foda o Edilson começou a gemer e a gozar dentro da buceta da minha esposa, ela apenas gemeu e de olhos fechados relaxou e deixou-se ser inundada pela porra dele, fiquei sem ação e louco de tesão ao mesmo tempo.
Com o sexo já rolando sugeri que fossemos para o quarto do Edilson, pois assim poderíamos ficar mais a vontade, ela calçou a sandália e foi ate toalete recompor-se, quando voltou tomamos uma água e subimos.
Chegando ao quarto dele coloquei uma musica e pedi para ela fazer um streap tease para nós, ela sorriu e começou a dançar no meio do quarto e foi baixando o vestido devagar parando na cintura e mostrando seus peitos empinados e de bicos durinhos, mais uma dança e baixou o resto do vestido, ela estava sem calcinha ficando apenas de sandália e exibindo a virilha lisinha e sua buceta depilada para nós.
Lúcia muito excitada aproximou-se dele e o beijou na boca, começou a tirar a roupa dele pela camisa, beijava seu peito e os mamilos e foi descendo até tirar toda a roupa sua roupa, deram mais alguns amassos e ele a mandou que ela sentasse numa poltrona e colocasse as pernas nos braços ficando totalmente aberta para ele chupa-la e a manusear seu grelo com os dedos, ela gemia gostoso e não resistindo de tesão tirei meu pau para fora e coloquei na boquinha macia da minha vadia.
Quanto mais ele sugava seu grelo mais ela gemia e mamava meu pau como se fosse engoli-lo, estava difícil segurar-me para não esporrar em sua boca.
Então trocamos de lugar, ela ficou de quatro com aquela bunda gostosa virada para mim, primeiro sua sandália que era a ultima peça de vestuário que cobria seu corpo, apreciando sua buceta e seu cu rosados e deliciosos que conheço bem, depois tirei sua sandália e fiquei acariciando e beijando seus lindos pesinhos que adoro.
Eu enfiava a língua até onde podia na buceta e no cuzinho dela, lambendo e sugando os dois quase ao mesmo tempo, ela se contorcia e gemia enquanto chupava o pau de Edílson que a segurava com força pelos cabelos.
Realmente um tesão indescritível e ver esposa agindo como uma puta e submissa a dois machos que desfrutavam com muito tesão cada pedacinho de seu corpo.
Já não aguentávamos mais de tesão e vontade de foder aquela vagabunda que gemia e implorava para ser comida, ai ela quis fazer um 69 com o Edilson o qual fiquei admirando enquanto batia uma gostosa punheta, depois ela ficou de quatro com a bunda virada para ele e veio me chupando enquanto o Edilson a segurava forte pela cintura enfiando sua vara inteira e de uma vez na buceta daquela vagabunda, a cada estocada dele ela soltava um gemido e abocanhava meu pau com mais vontade engolindo-o todo.
Edílson metia na buceta da minha vadia com força e muito tesão, segurava-lhe ora pelos cabelos ora pela cintura e ela rebolava e se mostrava uma vadia perfeita para uma trepada destas, a vagabunda sugava minha rola, lambia meu saco, enquanto Edílson trepava nela por trás e enfiava o dedo em seu rabo aproveitando a posição dela com a bunda arrebitada para cima, ela facilitava ao máximo fazendo com que ele metesse toda sua vara dentro dela, até as bolas encostarem-se à sua buceta.
Lúcia gozou e gemeu como uma puta e urrava de prazer enquanto rebolava na vara do nosso recente amigo.
Ainda ofegante pelo orgasmo ela pediu que Edilson deitasse de costas na cama, e subindo sobre ele sentou em sua rola até enterra-la toda em sua bonita, que já estava arregaçada de tanto ela foder aqui em Fortaleza, ela começou então cavalgar nele enquanto ele acariciava os peitos dela, aquela cena era realmente muito excitante, enquanto ela cavalgava na rola dele virava-se para trás e me beijava na boca e com uma das mãos me punhetava gostoso.
Aproximei-me mais e passando uma das mãos nos seus peitos e outra na sua bunda, deslizando meus dedos até seu cu molhadinho, como que pedindo para ser penetrado.
Minha esposa vadia deitou-se sobre Edílson e beijava-lhe a boca enquanto subia e descia a sua bunda, eu via como a vara dele sumia dentro da buceta dela, o rabo de Lúcia continuava a me convidar a fode-lo, comecei a acariciar seu cu com os dedos e enquanto a lambia e amaciava seu cu bem gostoso eu podia ouvir os gemidos dela.
Não me contive mais e coloquei a cabeça do meu pau na entrada do cu dela que rebolava mais aumentando minha excitação e facilitando assim a penetração, fui enterrando minha rola naquele cu delicioso até enfiar tudo, depois comecei a entrar e sair dele com força e cada vez mais rápido, fodendo-a sem dó, que fazia com que Lúcia gritasse e gemesse de dor e tesão, tornando aquele momento indescritível e inesquecível para nós.
A vagabunda estava sendo duplamente penetrada e começou a mexer e a rebolar deliciosamente como só uma vagabunda sabe fazer, enquanto eu e o Edilson ficamos parados apenas curtíamos minha esposa nos proporcionar um prazer imenso, com nós dois inteiramente dentro dela. Ela gritando e gemendo gozou novamente, mais e mais.
Senti o momento no qual ela gozava no meu pau, pois os músculos do seu cu contraiam-se e relaxavam durante seus orgasmos. Edílson também gozou nesta hora, e pela segunda vez na noite, enchendo a buceta dela com sua porra e dizendo que era uma tesão senti-la gozando ao mesmo tempo em que ele e sentiu a buceta contraindo-se, com nossos paus quase se encontrando dentro dela.
Tirei meu pau do rabo dela e segurando a vontade de gozar parei para admirar a cena da minha esposa totalmente entregue e gozando como uma puta no pau do Edilson, recebendo toda a porra dele em sua buceta e ficando com seu útero inundado com espermas de outro homem, o que me da um tesão incrível, pois minha esposa reveza entre a pílula e a tabelinha e eu raramente sei quando ela esta tomando o anticoncepcional, como neste momento.
Ele demorou a sair de dentro dela, ficaram se beijando ardentemente na boca até que ela se levantou, me beijou e pediu que eu a deixasse bebesse minha porra e começou a punhetar e mamar no meu pau melado e recém-saído do rabo dela, é um prazer intenso quando a esposa curte fazer um delicioso “do cu para a boca”, todos os tabus sexuais parecem não existir.
Ela mamou e lambeu gostoso da cabeça do pau até as bolas do meu saco e não demorou muito para eu esporrar muito na boca e no rosto dela, a vadia se engasgou por duas vezes mais bebeu todinha minha porra, não deixando desperdiçar uma só gota sequer.
Caímos os três exaustos na cama e a Lúcia entre nós dois, eu abraçava-lhe por trás com o pau já em descanso encoxando sua bunda e Edílson com o rosto entre seus peitos e as mãos entre suas coxas.
Cochilamos assim um pouco assim e quando percebemos já estava tarde para voltar para a pousada e o Edilson nos convidou para passarmos a noite com ele e voltarmos no outro dia cedo, e assim aproveitarmos mais nosso delicioso encontro.
Minha esposa e o Edilson foram tomar uma ducha juntos, eu fui em seguida e entrando já fiquei de pau duro novamente, Edilson ensaboava o corpo da vadia passando o sabonete, seguida das suas mãos, em todas as partes do corpo dela que fazia o mesmo ensaboando o saco e o pau dele que estava grande e duro novamente, ela ajoelhada no chão do box passou a mamar e punhetar o Edilson sob a ducha, depois ele a levantou pela mão colocando-a de costas para ele e apoiada na parede e penetrou sua buceta por trás, ela gemia e quase se afogava na água que caia sobre o rosto dela, fiquei assistindo ao banho deles e batendo uma punheta.
A safada vendo-me puxou-me para dentro do box, substituindo-me pela parede, apoiando-se nos meus ombros e tendo sua buceta fortemente estocada por trás pelo Edilson que a segurava pela cintura, no vai e vem da foda ela segurava meu rosto e me beijava gostoso na boca.
Troquei de lugar com o Edilson e passei a foder a buceta da Lúcia por trás, ela estava melada e toda rasgada pelo pau dele, enquanto eles se beijavam alucinadamente e ele mamava nos peitos dela.
Saímos da ducha e ele sentou-se na tampa do vaso sanitário com a rola dura apontada para cima e mandou minha esposa cavalgar com a buceta no pau dele, enquanto como uma puta ela mamava no meu pau e punhetava, esporrei gostoso na boca e no rosto dela.
Faltava o Edilson experimentar e foder o rabo gostoso da minha esposa, e molhados voltaram para a cama, Lúcia ficou de quatro e o Edilson lambeu e amaciou o cu dela com os dedos, depois a segurou firme pela cintura, encaixou seu pau na entrada do rabo dela e sem dó nem piedade enrabou minha esposa de uma só vez, ela perdeu até o ar, gritou e chorou mais aguentou o tranco como uma verdadeira vagabunda.
Tomei uma ducha e quando voltei ao quarto o Edilson ainda arrobava o cu da Lúcia, deitei-me ao lado deles e fiquei encantado apreciando a cena, agora seu cu estava tão aberto e laceado que ela já não chorava de dor, apenas gemia de tesão e gozava gostoso, pelo menos até ela sentir o primeiro jato de porra jorrando dentro dela e dar um grito enfiando o rosto no travesseiro e mordendo literalmente a fronha, ela gritava que era muita dor e tesão ao mesmo tempo.
Este êxtase durou apenas alguns segundo e depois ela caiu ao meu lado quase desmaiada e em seguida o Edilson caiu sobre ela.
Estávamos exaustos, porém saciados de prazer, dormimos algumas poucas horas, pois os compromissos de hoje nos esperavam, levantamos e após um revigorante banho nos vestimos e saímos.
Na volta e a bordo de um taxi a vadia confidenciou no meu ouvido que sua calcinha fio dental não seria suficiente para reter a porra do Edilson que ainda restava dentro dela, pois ela já sentia suas coxas úmidas e que com certeza quando ela descesse o banco daquele taxi estaria manchado pela porra dele, dai perguntei a ela se neste mês estava tomando pílulas ou usando a tabelinha, a putinha apenas sorriu e nada me respondeu.
Nossa conversa teve um efeito de Viagra para mim, deixando meu pau duro na hora.
Voltamos para nossa pousada para tomar o café da manhã e iniciar a semana de trabalho como um casal tradicional.
Responderei com prazer aos comentários feitos ao relato que é 100% fiel ao acontecido.Abraços a todos.
Beto

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